29 de setembro de 2014

Estou preocupada

Na quinta feira passada o meu "tutor" sentiu-se mal e teve de ir para casa. No dia seguinte disse-me que estava com uma infecção urinária e eu sei tão bem o que isso é... Sexta não conseguiu vir ao escritório mas combinámos trabalhar à tarde através do skype. Passou a tarde e não obtive contacto. Achei estranho mas sabendo o que é um infecção urinária não quis incomodar. No sábado recebi um e-mail dele a dizer que as coisas se tinham complicado e que na segunda feira me ligava. Fiquei com o coração apertado. Não tenho dormido bem. Hoje, segunda, recebi a sua chama e eis que se confirma o que eu deduzi. Está com uma hipertrofia na próstata. Vai estar quinze dias (no mínimo) algaliado e a perspectiva de resolução é de operação. Gosto muito do senhor e estou muito preocupada. É daquelas pessoas que nos transmitem tanto conhecimento e experiência de vida que em poucos dias já nos sentimos super apegados. Na idade dele (62 anos) percebo que estas coisas são normais mas estou muito preocupada. Foi muito repentino e ainda estou muito dependente dele para fazer o meu trabalho. Já para não falar que ele é o único nesta empresa que acredita nas minhas capacidades e se esforça para me formar e ensinar-me sempre mais e mais. Sem ele "morro" nesta empresa. Sou completamente encostada à box e foi ele que me fez apaixonar por esta área, que me fez sentir gosto em vir trabalhar e me fez acreditar que sou capaz de alcançar todos os meus objectivos. Fez-me perceber o que eu realmente quero fazer da minha vida... Estou preoucpada mas vamos ver como as coisas vão correr daqui para a frente...

24 de setembro de 2014

Avó melhor amiga

A minha avó foi e alguém muito importante na minha vida. Foi com ela que passei grande parte da minha infancia e apesar de ter defeitos, como todos nós temos, sempre a considerei a minha melhor amiga. Falava de tudo... mesmo TUDO. Com a idade tem tido atitudes que antes não tinha e percebo que até possa ser normal mas custa! É difícil aceitar a velhice. Hoje a minha mãe foi de propósito (apesar de ser a mãe do meu pai) a Abrantes para falarem com calma e parece que entendeu tudo mas com 84 é suposto perceber? Eu gostava que sim... Veremos!


20 de setembro de 2014

17 de setembro de 2014

Dia positivo

Hoje o dia no trabalho correu muito bem. O meu mentor fartou-se de me elogiar a de dizer que vou chegar longe. Sabe sempre bem ouvir este tipo de coisas... Mesmo que eu tenha algumas dúvidas.


16 de setembro de 2014

Mulher despachada!

Nos primeiros dois fins de semana de Outubro tenho dois casamentos. Chegou o dia de hoje e ainda não tinha nada para levar vestido nem calçado e muito menos tinha ideia do que queria. Só sabia que não queria gastar muito dinheiro e queria que fossem coisas que dessem para usar também no dia a dia. Quando saí do trabalho fui ter com a minha irmã ao Dolce Vita Tejo e na primeira loja comprei o primeiro vestido que agarrei, os primeiros sapatos que vi, uma clutch e um género de uma combinação para usar por de baixo do vestido para assentar melhor e para aquecer também um pouco. A única coisa que ficou a faltar foi um casaquinho mas já não me apetecia andar mais às voltas e é daquelas coisas que também não são muito difíceis de arranjar.
Estou muito mais aliviada. Vim carregada para casa, com menos uns quantos euros na carteira mas finalmente estou despachada. Tinha decidido que não ia perder muito tempo a pensar no casamento e consegui!


15 de setembro de 2014

Tenho um gato tonto...

... Que consegue passar horas nestas figuras!




14 de setembro de 2014

Descanso

Este fim de semana foi muito bom! Na sexta jantamos os dois. Sábado de manhã acordámos cedinho e rumámos até Abrantes. Desta vez não fomos pela autoestrada e aproveitámos para respirar ar puro, almoçámos uma boa sopa da pedra em Santarém e ainda aproveitámos para revisitar o castelo de Almourol.















10 de setembro de 2014

Tomar partidos

Recentemente, um casal amigo nosso separou-se. Foi tudo muito de repente e o rapaz ficou a bater mal. Segundo ele, ela é que tinha errado, ela é que tinha arranjado outro e segundo ela, ele é que não trazia nada de bom para a relação. Enfim... No fundo, o que eu concluo desta e outras histórias é que por vezes se chega a um ponto em que a relação arrefece e ninguém se esforça muito para a tornar melhor. Não se pode culpabilizar A, B ou C. No meio disto tudo, a culpa é de todos. O pior é que não consigo tomar um partido. Sou tanto amigo de um como de outro. Se ela errou, ele também e como eu os conheci ao mesmo tempo, para mim tanto me faz de quem é a culpa! Vou continuar a falar com ambos. A mim ninguém me fez mal…


O sonho é o reflexo do coração

Esta noite sonhei que estava a fazer a mal para ir para o colégio como fazia todos os anos por esta altura. Foi estranho… Principalmente porque isso nunca foi uma coisa muito feliz para mim… Será a minha vontade de fazer a mala e fugir?


9 de setembro de 2014

Não é tempo de pensar em "ses"

Isto é uma situação muito estranha. Tudo neste momento na minha vida é muito estranho… Geralmente sou eu que estou down e agora que estava relativamente bem profissionalmente e cheia de planos a curto e médio prazo. Andava cheia de vontade de guiar a minha vida para a frente, sem grandes stresses e tudo com muita tranquilidade, eis que surge isto do namorado. Quando penso que está tudo bem, alguma coisa aparece para me deixar deprimida e sem força para as minhas coisas… Para piorar tudo isto, o melhor amigo vai embora no domingo como vos tinha falado… Vai para Roterdão durante um ano. Ontem estive com ele pela “última” vez, antes de se ir embora.
Depois da nossa última conversa foi a primeira vez que nos encontrámos e ele fez questão de clicar várias vezes na tecla “e se”. Não há “ses” neste momento temos os nossos respectivos e temos planos de vida diferentes. Não vale a pena pensarmos em mais “ses”.
Gosto dele? Gosto! É especial para mim? Sim é! Quero mais do que a relação que temos agora? Já quis mas hoje em dia não faz sentido nenhum! Porque é que nunca aconteceu? Porque tivemos sempre medo de arriscar! Devia ter sido diferente? Devia mas agora não há nada a fazer!

Eu sempre achei que não era suficientemente boa para ele. Ele é super inteligente, cheio de potencialidades, está rodeado de pessoas interessantes… O que faria eu na vida dele? Nada!

8 de setembro de 2014

Se não sou eu, é ele...

O namorado está mal e eu começo a não saber o que fazer. No sábado fui ter com ele à Ericeira para passarmos a tarde juntos. Ele estava em baixo. Falámos, passeámos e lanchámos umas ameijoas bem boas…
Ele desabafou e segundo ele até se ficou a sentir melhor, mais aliviado. Deixei-o por volta das 20h, ele foi jantar e saiu com os amigos, como habitual. Para mim estava tudo normal… Ele deixou de me responder por volta das 23h mas disse que estava bem e que se estava a divertir e como não temos por hábito sufocarmo-nos, não insisti para ele falar. Se ele está mal, eu quero é que ele se divirta e fique bem mas… Com juízo!
Continuei na minha ignorância e no domingo, eram 14h e eu à espera dele porque vinha ter comigo a Lisboa. Que era feito do namorado? Não fazia ideia porque ele não me respondia… Estava a dormir. Tanto insisti em ligar que ele acordou e veio ter comigo. Apareceu-me completamente de rastos. Sinceramente nem sei como é que conseguiu andar 50km de carro até Lisboa. Estava com um aspecto horrível. Não tinha tomado banho, nem tinha comido nada. Já para não falar que tresandava a álcool. Quase que eu ficava alcoolizada com o bafo dele (juro que é a mais pura das verdades). Achei que não devia fazer muitas perguntas mas pelo que ele me disse, na noite anterior tinham saída, beberam uns copos e tinha acabado a noite com o irmão e um “amigo” no Ouriço (uma discoteca que costumamos frequentar).
Percebi que ele tinha bebido de mais. Não só pelo hálito, mas porque ele comentou que não se lembrava a que horas tinha ido para casa ou quanto tinha pago na tal discoteca. Tentei manter a calma, apesar desta informação toda estar-me a roer por dentro e enfiei-o na banheira! Ele acabou por se descontrolar e chorou compulsivamente como eu nunca o tinha visto… Percebi que era um choro nervoso e que vinha do fundo. Não era daquelas lagrimitas que (para mim) são habituais num dia a dia. Depois do banho, pu-lo a comer qualquer coisa, visto ainda não o ter feito, e acabou por vomitar. Ele raramente tem ressacas porque não costuma fazer misturas. Costuma beber cerveja e não foge muito disso. Mais uma vez mantive-me calada e ele achou que tinha de ir ver a conta bancária porque não se conseguia lembrar de quanto tinha pago na discoteca. Não preciso dizer que foi um balúrdio. Nem quando vamos os dois pagamos aquele valor. Dormiu o resto da tarde na minha casa e acabou por comer qualquer coisa ao jantar… Para aí metade do que eu comi e quem me conhece sabe que eu como muito pouco mas ninguém disse nada, eu tentei brincar com a situação e os meus pais, que numa situação normal iriam insistir para que ele comesse, também não disseram nada. Fizemos todos um esforço enorme para que ele se risse um pouco ou até falasse e ao fim da noite percebi que estava um pouquito melhor. Aquele é o ambiente familiar em que se sente bem e que não existe na casa dele. Por mim ele ficava uns tempos na minha casa até se restabelecer mas teimoso como é tenho as minhas dúvidas.
Estou muito preocupada com ele e sinto que sozinha não consigo fazer muito mais. Depois de pensar durante alguns dias decidi que tinha de ligar ao irmão dele e contar o que se está a passar… Eles vivem na mesma casa, com certeza terá mais oportunidades de falar com ele com mais frequência do que eu mas não, não foi isso que concluí. Apesar de viverem na mesma casa praticamente não se veem e ele ainda nem se tinha apercebido da gravidade do assunto. Foi importante termos falado porque eu contei-lhe tudo o que sabia e ele aos poucos acabou por me contar coisas que eu também não fazia ideia.
Basicamente fiquei a saber que a versão que ele me contou sobre sábado à noite não foi tal e qual o que se passou e, pior que isso, foi bem mais grave do que eu imaginava. Pelos vistos não se passou tudo com o grupo de amigos habitual mas sim com um conhecido que para além de ser bem mais velho que ele, não é nada boa influência. Não foram apenas ao Ouriço, já tinham ido a outra discoteca que tem fama de ser só porcaria (essa parte ele omitiu-me). Não saiu de lá com o irmão. Como já era muito tarde e já estava toda a família preocupada, o irmão que já estava a dormir teve de o ir buscar à discoteca e encontrou-o completamente desgraçado com o tal “amigo” a dar-lhe ainda mais álcool. E pior que isto tudo, sabemos que ele fez uma grande misturada de álcool e que há possibilidades do “amigo” ter-lhe dado mais qualquer coisa…
Neste momento quem está de rastos sou eu! Eu sei que preciso de ter força para o puxar mas não estou preparada para isso. O namorado tem abusado muito no álcool. Há tempos que ando a dizer que ele precisa de se controlar. Agora esta história. Omite-me coisas importantes, graves…
Não o vou confrontar com nada disto por combinamos que a nossa conversa ia ficar em segredo mas era essa a vontade que eu tinha!
Não sei que passo devo tomar a seguir. A vontade que eu tenho é de obrigar a sair de casa. Arranjar o espaço dele. Afastar-se daquela má influência.
Sei que não o posso fazer. Sei que tenho de lhe dar alguma margem de manobra. Sei que tenho de andar com ele de rédea curta porque ele anda sem controlo sobre si mesmo. Sei que ainda assim, não o posso dar muito a entender e no fundo sei que não sei se terei força suficiente para aguentar isto tudo!

5 de setembro de 2014

Encontrei o meu lema de vida!

Por momentos, há dias que me sinto a pessoa mais realizada do mundo. Obviamente que isto não é verdade mas há dias que correm tão bem no trabalho que até me sinto importante alguém importante.. Esmiuçando isso tudo, percebo que não tenho qualquer impacto na organização. Não há muita gente interessada em saber se tenho trabalho ou se me estão ensinar alguma coisa... Sou mais uma!
Parece um discurso um tanto ou quanto contraditório mas é exactamente isto que se passa na realidade. Ontem tive um ida muito interessante no trabalho, estive reunida com o director financeiro de um hospital que vai abrir em Angola. Aprendi imenso e participei activamente na reunião. Hoje caí na real. Estar aqui ou não estar é exactamente igual. Esta é uma empresa pequena em que existe o "patrão" e os funcionários. Dentro dos funcionários existe uma pessoa (que tem sido o meu tutor ou pelo menos eu assim o considero) que sempre que pode me dá trabalho e ensina-me coisas. Gosto muito dele. Tanto o "patrão" como uma colega que tinha ficada encarregue de me formar e fazer acompanhar aos clientes que seriam "nosso", puseram-me de parte durante meses sem que se preocupassem com o que faço. Depois de uma longa e séria conversa com o meu "tutor", chamemos-lhe assim, ele voltou a deixar-me um pouco ocupada e tenho aprendido umas coisas. Foi ele que me chamou para este projecto do hospital mas eu estou aqui quase a passar despercebida. Quando depender exclusivamente dele, eu vou estar presente e vou participar, quando as decisões não dependerem só dele, eu vou estar de fora. Exemplo disso é o que está a acontecer agora. Ontem e hoje estamos os três reunidos a definir a estrutura do projecto do zero. Na próxima semana, haverá mais três dias de reuniões mas como vai ser no Porto, eu não estou incluída. Quando comentei com uma pessoa da área financeira que estava no projecto ela respondeu que não. "Não estás! A única pessoa que está no projecto é o tutor". Se nem uma ida ao Porto que é muito importante para o arranque do projecto, a empresa está disposta a pagar, esqueçamos a ida a Angola. Enfim... Tenho de conseguir viver com este facto porque daqui a uns meses faço um ano de casa e se for pensar no que já produzi aqui vou deprimir.
O meu objectivo aqui é aprender o máximo que consiga, investir na tal pós-graduação, mestrado, inglês e mais umas quantas formações e quando o meu tutor se reformar (que, se tudo correr como previsto, deve coincidir com o término destas formações) começo a procurar uma outra empresa que me dê mais oportunidades, que me dê valor e que esteja interessado em investir em mim. Se não formos nós a puxar a carroça, ninguém vai estar lá atrás a empurrar e cada vez mais tenho assistido, de forma directa a esta constatação por isso, e se vos posso, com esta idade ensinar alguma coisa, é exactamente isto. Invistam vocês na vossa formação e carreira. Não estejam à espera que alguém o faça por vós. A partir de agora este vai ser o meu lema de vida, tanta a nível profissional como pessoal!

4 de setembro de 2014

Tréguas

Ontem pus o meu orgulho de lado e sugeri que fossemos jantar mas ele, como sempre, não pôde porque tem a agenda muito preenchida. Eu cedi uma vez, agora ele que sugira outro dia!


3 de setembro de 2014

"E se..."

Daqui a onze dias o meu melhor amigo vai trabalhar para Roterdão e estamos chateados. Sempre que falamos no passado, naquilo que podia ter sido, acabamos por ficar assim...

A sério?

Estou com uma carripana que nem me aguento. No trabalho estou sempre a levar com o ar condicionado na cara e durante o dia previ que não ia correr bem... Quando cheguei a casa já me doía o corpo, dores de garganta, nariz muito congestionado e durante a noite até já tive febre. Hoje cá estou eu de novo, de frente para o ar condicionado, a tomar ben-u-ron e mebocaina.


2 de setembro de 2014

Cancelado!

O namorado anda muito em baixo e eu consigo compreender. Como tal, decidi fazer uma surpresa e fiz uma reserva num hotel perto da comporta. É um Hotel & SPA e achei que era mesmo isso que estávamos a precisar mas como sei que ele muitas vezes se corta aos meus planos, fiz uma reserva em que pudesse cancelar sem que tivesse de suportar qualquer custo. Ainda bem que o fiz porque ele não quer ir... Previsível! Não lhe disse que já tinha reservado porque sabia que podia cancelar sem pagar mas ao mesmo tempo fico triste porque acho que nos ia fazer bem... A mim, a nós para manter a relação 'saudável' e a ele porque se afastava de casa e dos problemas. Para que conste, era uma suite com champanhe, bombons e rosas na cama mas... Fica para a próxima!





1 de setembro de 2014

Hei-de conseguir ir contra vozes descrentes!

Há vários dias que ando para escrever. Abro o blogger, carrego no 'Criar uma nova mensagem', deixo a página aberta uns minutos e... Acabo por fechá-la. Não é que não tenha nada para dizer. Custa-me é verbalizar o que se passa na minha cabeça... Aparentemente eu e o namorado estamos bem mas eu estou um pouco sentida com ele. Por vezes ele diz coisas que não consegue premeditar o impacto que vai ter em mim e acaba por me magoar. Este fim de semana estava a correr muito bem até eu o ter sondado sobre os meus planos futuros... E atenção não falei nem em metade e ele desencorajou-me quase por completo. Quase nunca aquela alminha faz prevalecer as minhas capacidades mas sim, reforça as minhas 'limitações'. Eu tenho um certa descrença em mim mas ajuda quando as pessoas que estão à minha volta me ajudam a pôr para cima e não o contrário. Se eu ouvisse o que ele diz quando se põe com essas conversas, eu não tinha feito muita coisa do que já fiz... Principalmente conduzir. Ele disse-me diversas vezes que nunca ia conseguir conduzir e eu nunca acreditei porque de vez em quando tenho mais força do que penso e sabia que isso não era verdade. Que um dia, tal como toda a gente, também eu ia conseguir conduzir e assim foi! Hoje adoro conduzir, sempre adorei. Conduzo para todo o lado sem medos e quando estamos os dois, conduzo mais eu que ele por isso quero acreditar que desta vez vai ser igual... Que ele não tem razão e eu vou conseguir atingir os meus objectivos!