Hoje recebi mais um contacto de
outra oportunidade de trabalho. Em dez meses já é o quarto e o facto de isto
acontecer dá-me uma certa segurança profissional. Já recebi uma proposta para
Malta que não aceitei por ainda ter mesmo muito pouca experiência e porque o
meu inglês não é suficientemente sólido; já recebi uma proposta para Angola que
recusei à primeira e quando decidi aceitar eles fizeram-se difíceis; já recebi
uma proposta para o Porto que não aceitei por questões óbvias, tendo em conta
que vivo em Lisboa não me faz sentido ir para o Porto; e agora recebi outra
para uma empresa com projectos internacionais mas que ainda não sei grandes
pormenores.
22 de janeiro de 2015
21 de janeiro de 2015
Carro novo
Hoje fiz o primeiro risco no
meu carro novo que tem apenas 21 dias. Nem um mês tem! A entrar para a garagem do
meu trabalho bati ligeiramente com o espelho numa maquineta que está lá e não
serve para nada. Aquilo mal se vê e eu nunca fui muito cocó com os carros. Com
o meu antigo carro caso houvesse um risquinho não me ralava nada. Aliás o
namorado no primeiro dia que o agarrou partiu-me logo um farolim e apesar de
ser chato não me chateei. Este primeiro risco custou um bocadinho mais mas
enfim… O carro também não é para ficar imóvel em segurança. Só quem não anda é
que não corre o risco… Literalmente!
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Carro,
Frustração
20 de janeiro de 2015
Convites
O meu chefe que na prática é mais
meu “tutor” é daquelas pessoas super interessantes que se consegue estar horas
e horas a fio a ouvi-las falar. Logo nos primeiros dias que começámos a
trabalhar juntos ele confidenciou-me que pertence à maçonaria e costumamos
falar muito sobre o assunto. Segundo os seus ideias, nem toda a gente pode
entrar nesta “organização” que não tem nada de errado nem de misterioso.
Simplesmente nem toda a gente tem perfil para encaixar os seus ideais. Visto
isto, a maior parte das vezes as pessoas entram para a maçonaria apenas por
convite e hoje tive o privilégio de receber esse convite juntamente com a possibilidade
de integrar uma IPSS que aquelas pessoas criaram com o intuito de ajudar os
outros. A ideia da IPSS agrada-me muito e estou a pensar apresentar até umas
propostas de desenvolvimento para não entrar de mãos a abanar contudo a parte
da maçonaria é algo que me interesse e que um dia vou ter muito prazer em fazer
parte mas para já sinto que não tenho grande coisa a acrescentar numa
organização em que a sua grande génese passa pela partilha do conhecimento.
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Me
19 de janeiro de 2015
Os meus objectivos
Tendo em conta que nunca mais
obtive resposta da tal empresa, decidi redefinir os meus objectivos a
curto/médio prazo. Na prática não houve muita coisa a mudar porque esta era a
minha estratégia quando há um ano comecei a trabalhar nesta empresa. Este ano
vai ser dedicado a investir no inglês e em pequenas formações. Hoje inscrevi-me
num curso online pago e defini um mapa que quero ao máximo cumprir para
conseguir obter os resultados que pretendo. Queria muito muito muito conseguir
levar isto para a frente.
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Me
17 de janeiro de 2015
Os fins de semana
Às
vezes tenho saudades dos fins de semana que passava em casa. Levantava-me
tarde, almoçava tarde também e passava o sábado enrolada no sofá a ver filmes e
séries. Hoje em dia os meus fins de semana são muito diferentes. Geralmente são
passados na Ericeira, numa correria e num stress. Muitas das vezes passados na
rua ou num espaço que não é “meu”. Não me interpretem mal. Gosto muito de
passar o fim de semana com o namorado mas às vezes gostava que fosse um bocadinho
diferente. Que alternássemos mais entre Lisboa e Ericeira porque por vezes sabe
muito bem estar no meu cantinho.
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Fim de semana
16 de janeiro de 2015
Rescaldo da semana
Esta semana estivemos numa empresa
inovadora a dar formação na nossa área a cinco pessoas. A ideia é formá-las e
testá-las para no fim seleccionarmos duas ou três para ficarem connosco.
Empenhei-me ao máximo porque gosto muito desta vertente de formação. Por mim
ficavam todos ou praticamente todos mas a decisão final não é nossa mas sim da
administração.
Ao fim do dia fui jantar com a
minha amiga de longa data P*. Há muito tempo que não estávamos juntas mas
costumamos falar com alguma regularidade. Por um lado foi bom mas por outro
não. Vai ser difícil explicar porque geralmente as pessoas não me compreendem
quando falo sobre amizades. Ela está uma pessoa muito diferente de quando a
conheci. É verdade que nessa altura tínhamos 10 anos mas ela mudou muito
rapidamente e tornou-se uma pessoa com uma mentalidade muito tacanha. Estou
convicta que ela tem sido muito influenciada pelo namorado que também tem uma mentalidade
estranha. Com a convivência ela tem assimilado a forma dele ver a vida e adaptou-se
na mesma forma. Na minha perspectiva não é a mais correta. Ela era uma pessoa
super inteligente e com uma enorme perspectiva de futura e hoje quando lhe pergunto
quais são os objectivos dela, a única resposta que eu obtenho é “Não sei, não
penso muito nisso”. É estranho. Viver uma vida pessoal e profissional sem objectivos para mim
não faz sentido mas se calhar sou eu que estou mal e que também sonho de mais.
No final o saldo foi muito positivo. É bom passar algum tempo com as pessoas
que mais gostamos.
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15 de janeiro de 2015
Feedback da empresa
Hoje tive feedback do rapaz da empresa que me fez a proposta. Deu-me os parabéns pela carta que escrevi e que se só dependesse deles eu ficava com o projecto mas como não depende tínhamos de esperar pela resposta da outra empresa. Respondi que não podia ficar mais outro mês há espera de resposta e que precisava de saber quais eram as alternativas. Até agora ainda não me respondeu.
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14 de janeiro de 2015
O início do meu ano
O meu ano não começou da melhor maneira. Eu e o namorado não estamos numa melhor fase, as coisas no trabalho não melhoraram e a resposta que estava à espera da outra empresa chegou hoje. Estava convicta que ia ser positiva mas há uma p*** que não gosta de ninguém, que é uma frustradinha da vida argumentou a coisa mais ridicula que podia argumentar. Enfim, escrevi para lá uma cartade motivação a matar. É assim ou sopas. Queria muito ficar com aqule trabalho, era muito bom para a minha carreira e para a minha carteira mas não me rebaixar mais. Escrevi tudo o que achava (casquei na carta toda) e no fim reforcei a ideaia de que mesmo que eles nao me aceitem não vou desistir dee encontrar outra empresa que me queira. Perdido por cem perdido por mil.
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